Isolado entre a China e a Índia, encravado na Cordilheira do Himalaia e praticamente escondido do mundo, o Butão é um país único.

Sua população de 810 mil habitantes vive em completa harmonia com a natureza e possui uma identidade singular, derivada de um rico patrimônio religioso e cultural.

O remoto país, apesar de pequeno em tamanho, é grandioso em ideias. Em 1972, na monarquia do rei Jigme Wangchuck, foi implantado o conceito de Felicidade Interna Bruta – o FIB – como algo a ser também mensurado e levado em conta na hora de avaliar o desenvolvimento e o progresso do país.

Sim, o governo entende que a felicidade da população é assunto tão sério quanto à economia, fato que lhe rendeu o título de “o país mais feliz do mundo”.

Além das paisagens incríveis e da alegria estampada no olhar deste povo tão hospitaleiro, o Butão é riquíssimo em cultura budista e tradições milenares, além de estar repleto de exóticas obras primas da arquitetura, como o instigante Monastério de Taktshang, também conhecido como “Ninho do Tigre”, harmonicamente incrustado em um penhasco a 3.120 metros de altitude, 700 metros acima do Vale de Paro.

Curiosidade – É na cidade de Punakha que está o Templo Chimi Lhakhang, construído em 1499 pelo lama Drukpa Kuenley, deus da fertilidade, também conhecido como “divino homem louco”. Turistas e butaneses com problemas de fertilidade costumam visitar o templo para receber a benção do lama, que tem como principal representação um pênis, imagem que pode ser vista em diversas fachadas de casas e prédios comerciais do país. A crença é que tal imagem confere proteção aos moradores da casa e evita brigas na família.

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