A Cristina Nabeshima descobriu aos 45 anos, que gostava mesmo era de fazer turismo em contato com a natureza. Ela já fez dezenas de viagens e tem muitas experiências acumuladas.

Acompanhe na íntegra, o vídeo depoimento que ela fez. Ela era uma das integrantes que estava no Nepal durante o terremoto de 2015 e compartilha muitos aprendizados que teve a oportunidade de absorver durante suas viagens pelo mundo. Assista o vídeo que a emoção está garantida!

Depoimento Cristina Nabeshima

“Olá, eu sou jota Marincek e quem conta tudo para a gente hoje é a Cris Nabeshima A Cris já esteve em viagens pelo Nepal, pela América do Sul, pela África, Inclusive pelo Irã.

Depois dos 45 comecei a viajar bastante… Com filho pequeno que não conhecia nada. Não conhecia nada fora de São Paulo, comecei a fazer trekking. Por conta dele e tomei gosto. Aí o primeiro grande trekking que fiz foi para a Chapada Diamantina  e fiz o Vale do Pati.

Fiz Cachoeirão, cachoeirinha, Buracão, sempre achando no final do dia que eu não ia Que eu não ia conseguir andar no dia seguinte. Andei uns 109 km em 15 dias mais ou menos… Maravilhoso. Lindo.

Em 2008 quando a gente foi para o Nepal pela primeira vez, estava acontecendo a troca do governo, de monarquia para o governo atual Então tinha uma instabilidade política acontecendo e correu tudo muito  bem… a gente, nós víamos o movimento político. Greve de fome e tal, mas foi tudo muito tranquilo  e o Jota conseguiu passar pra gente super tranquilidade e agora, em 2015 que aconteceu o terremoto, né. Dois acontecimentos marcantes.

Quando eu voltei para o Brasil e que eu tomei consciência da dimensão… Lá a gente via… passamos por vilas quando estávamos indo para o Campo Base do Everest Vilas que estavam inteiras e quando voltamos, arrasadas Até hoje me emociona.

Agradeço por ter dado tudo muito, muito certo Gente, você está em um lugar que as vezes não tem tudo o que você… Não é conforto só entendeu… Igual, você vai para o Irã e tem lugares que são muito simples. São muito simples, mas é tão bom. Sabe… é tão bom você… No Nepal você vê pessoas que vivem com tão pouco. Voce dá uma repensada sabe… no que é importante… Vê que TER não é tudo, né?

Viajar é tudo de bom, não se perde nada e mesmo nos perrengues você aprende muito Você cresce muito como pessoa, você aprende a relevar muita coisa A deixar de lado coisas que não são tão importantes assim Viajar com pouca bagagem é o máximo, saber minimizar tudo. Não ter que ficar tomando conta das coisas sabe, das maquininhas… gente é memória! Memória, são sensações e comida….

E é isso! É tudo de bom! Dá pra viajar com 80 anos, né?! Levar crianças, dá pra fazer qualquer coisa. Viajar com segurança. Eu acho que dá pra ira para qualquer lugar e qualquer idade. Eu não estou preocupada muito com idade não, porque tem “Velhinho é Mãe!” me esperando! Está tudo ótimo!!”